terça-feira, 12 de julho de 2011

Reencontrando famíliares


Voltei de viagem me sentindo leve.Ao chegar em Belo Horizonte, teria que ir visitar alguns familiares do Beto, mas sentia uma dor forte no peito e decidi voltar pra casa de lá mesmo, comprei passagem de ônibus e fui até uma lan e cancelei o voo que partiria no dia seguinte.A dor foi passando e achei que ela tivesse nome.Era saudade !
Foi muito bom estar com todos.Sempre tem uma energia diferente quando eu estou com minha mãe, Mario, Maxi e seus filhos.A mesma energia que eu sinto quando estou com a Cinira e seus filhos e Lilian e filhos.Família é isso.Amor sem fim.Pode acontecer algumas magoas no caminho da convivência, mas elas ficam no esquecimento quando estamos juntos.
Ao voltar, me deparo com recadinhos carinhosos da Lilian.Pra ela eu sempre fiz muito pouco, mas ela nunca precisou de muito.
E assim segue a vida.Não vou demorar muito para revê-los, agora com esta possibilidade de ir de avião, dá para fazer isso até em um fim de semana.
A verdade é uma só, não quero ficar muito tempo sem ir, e se Deus quiser no fim de ano, iremos nos reunir.
Agora só me resta agradecer à Deus, por tudo que tem me dado na vida e pelas vitórias que estou conquistando todos os dias da minha vida.E Peço, que suas Bençãos se derramem em todos que fazem mágicos os pequenos instantes.











Minha primeira vez...rs


Pista do Aeroporto de S.J.Campos
Pista do Aeroporto de S.J.Campos
Aeroporto da Pampulha

Pista do Aeroporto de Confins

segunda-feira, 20 de junho de 2011



Senhor,

Eu quero ouvir a Tua voz

Fazer florescer e frutificar a Tua Palavra,

Reconhecer-te, descobrir-te,

Em cada gesto,

Em cada palavra,

Em cada momento,

Em cada esquina da minha vida…

Perdoa o meu silêncio,

A minha falta de resposta…

Eu sei, Senhor,

Que tu conheces como ninguém

O meu coração fraco, débil,

Que a cada passo

Se deixa tentar pelo mal

Para depois se afogar em lágrimas de dor e desespero,

Eu sei também que a Tua mão

Está sempre estendida,

Pronta para me resgatar…

Vens ao meu encontro.

Perdoa, Senhor a minha cegueira,

Apura os meus sentidos e o meu coração

Para que sinta fome e sede de Ti

E Te possa sentir em tudo e todos…

Não permitas que o meu coração endureça,

Atrofie, se torne árido e seco,

Tendo a fonte tão perto de mim.

Não deixes que eu perca o brilho do olhar,

Ao falar de Ti.



J.C.S. (Grijó)

domingo, 19 de junho de 2011

Nós somos a Igreja Católica

Esse comercial é lindo...temos que divulgar pois a beleza
da nossa igreja tem que ser conhecida e reconhecida

terça-feira, 14 de junho de 2011

Genialidades & Generalidades: Estamos todos cegos



Estação de metrô de Washington, DC em uma manhã fria de Janeiro de 2007. Um homem toca seis músicas de Bach durante 45 minutos. Nesse tempo, 2 mil pessoas passaram pela estação, sendo que a maioria estava em seu caminho para o trabalho.Depois de 3 minutos, um homem de meia idade repara no músico tocando. Ele diminui o seu ritmo e para por uns segundos e depois sai correndo para atender seu compromisso.4 minutos depois: violinista ganha seu primeiro dólar: uma mulher joga o dinheiro dentro chapéu sem parar e continua a caminhar.6 minutos: ma jovem se inclina sobre a parede para ouví-lo, então olha para o seu relógio e começa a andar novamente.10 minutos: um menino de 3 anos de idade para, mas sua mãe tira ele dalí com pressa. A criança para e olha para o violonista novamente, mas sua mãe o puxa com tanta força que a criança continua a caminhar, virando sua cabeça o tempo inteiro. Essa ação se repete diversas vezes com outras crianças. Todos os pais, sem exceção, forçam suas crianças para continuar caminhando.45 minutos: O músico toca sem parar. Apenas 6 pessoas pararam e ouviram por um curto período de tempo. Cerca de 20 deixaram algum dinheiro e continuaram a caminhar em seu ritmo natual. O homem conseguiu juntar 32 dólares.1 hora: Ele para de tocar e o silêncio toma conta do lugar. Ninguém percebe. Ninguém aplaude e não houve qualquer traço de reconhecimento.Ninguém sabia disso, mas o violonista era Joshua Bell, um dos maiores músicos do mundo. Ele tocou uma das mais complexas músicas já escritas com um violino que custava 3,5 milhões de dólares. Dois dias antes, Joshua Bell esgotou o teatro de Boston onde a média do ingresso era de 100 dólares.Essa é uma história verídica. Joshua Bell tocou disfarçado na estação de metrô para participar de um experimento social sobre percepção, gosto e prioridade das pessoas.As perguntas levantadas foram:

Em um ambiente público e comum em uma hora inapropriada, nós percebemos a beleza?Nós paramos para apreciá-la?Nós reconhecemos talento em um contexto inesperado?

Uma possível conclusão sobre esse experimento é: Se não temos tempo para parar e ouvir um dos melhores músicos do mundo, tocando uma das mais incríveis músicas já escritas com um dos mais lindos instrumentos já feitos...

O que mais estamos perdendo?

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Para mim, a chuva no telhado, é cantiga de ninar....


Sempre me condoí com as pessoas que sofrem.Mas pude deparar com uma coisa nova a respeito disso, quando fui trabalhar na Nossa Caixa, na Casa Verde,por volta de 1985/86.Trabalhava na compensação,saia de madrugada, pegava onibus no centro da cidade, quando por algum motivo não tinha carona.Nestes dias me deparava com uma realidade muito triste.
Era impossível pra mim, passar perto da agência central dos Correios e não me emocionar com a quantidade de crianças dormindo ali, na calçada, cobertas com papelões.
Pensava nos meus filhos, alimentados e aquecidos com cobertas no aconchego do meu lar.
Sempre e com o que eu podia, ajudava quem me procurava.Ajudei muito minha família, mas também as pessoas necessitadas.Desde alimentos e até emprego, pois meu marido era supervisor de uma empresa e quando eu pedia ele colocava a pessoa lá.
Quando mudei para São José dos Campos, unida a mais duas amigas, Joana e Isaura, distribuíamos sopa a noite, para os moradores de rua,mas como ficou perigoso, sairmos as três sózinhas e sabíamos tinham entidades que já faziam isso, resolvemos ir aos domingos de manhã, levar café, com leite ou puro e pão com frios.Até pessoas que não eram moradoras de rua, aproveitavam para tomar o nosso cafézinho, certa vez um frentista nos disse, que não tinha nada em casa e por isso não tinha tomado seu café da manhã.
Eu chegava em casa,bem leve, recebia muito mais do que dava.Num instante éramos reconhecidas, e os moradores de rua, atravessavam para vir nos cumprimentar. Percebíamos que muito mais do que o café, eles precisavam de um olhar, de uma atenção.Eu dava, batia papo, sentava do lado.Em um dia de Natal, conseguimos juntas donativos e fomos eu Joana e minha filha que na ultima hora resolveu ir junto, foi emocionante, sentarmos do lado deles e fazer o lanche.
A vida começou a tomar rumos diferentes e não conseguimos mais nos juntarmos para estas manhãs de domingo em que estávamos ali compartilhando sentimentos.Sempre que nos encontramos falamos sobre esta vontade de fazer isso, mas ainda não conseguimos.
É quando começa esfriar, que a vontade cresce, é quando pensamos nessas pessoas menos favorecidas e que precisam de agasalho, para a alma, principalmente.
Dia de amor fraterno que aquece os corações pra vocês !!!
Bjosssss
Clenyra
 
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